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As oito tendências de Social Media para 2019

Gestão de redes sociais | 13 Dezembro 2018 | Jesse Viana

O ano de 2018 está a chegar ao fim, e começa a estar na hora de começar a planear o que se aproxima. Foi um ano em grande para as redes sociais: o Facebook viu-se embrulhado no Cambridge Analytics e dissemos olá à lei de proteção de dados (GPDR), o Instagram viu chegar (entre muitas outras coisas) o seu próprio canal de TV, a Google vai dizer adeus ao Google+, as stories tornaram-se no maior fenómeno a ter em conta no digital (até o YouTube já tem vídeos na vertical…) e o TikTok veio para ficar.

Mas esta retrospetiva pode ficar para outro artigo. Com a ajuda das infografias do Red Website Design, vamos dar-vos algumas ideias sobre aquilo que poderá ser relevante em 2019.

1. Social Listening

Nem todos compreendemos o que é isto, nem a importância que esta estratégia de tem para monitorizar as redes – seja qual for o tamanho da empresa/negocio, é flexível e versátil a todos.

É um conceito facilmente confundido com monitorização (responder a perguntas e comentários), e apesar de funcionarem bem em conjunto, vai além disso: é a capacidade de extrair insightschave que possam ser aplicados à própria estratégia em outras páginas semelhantes, caixas de comentários, tópicos ou threads e, assim, descobrir oportunidades e criar conteúdo para esses públicos.

Isto vai ajudar a que as marcas ajustem as suas estratégias e a melhorar as áreas em que estão a ter problemas.

2. Realidade Aumentada

em outro artigo vos falámos da importância do AR. Um pouco por todas as redes sociais, mas em particular no Facebook e no Snapchat, a realidade aumentada está a constituir-se como uma das maiores apostas – sendo para compras ou para diversão.

3. Micro-Influenciadores

Sempre que se pensa em influenciadores, pensa-se em perfis imaculados, com a estética perfeita e com milhões de seguidores. No entanto, estas pessoas estão a começar a perder o charme para um outro tipo: os micro-influenciadores.

Com apenas algumas centenas, ou milhares, de seguidores, têm amplo nível influenciador sobre nichos ou comunidades virtuais. São mais autênticos, têm uma melhor e mais próxima relação com a sua audiência, constituem-se como líderes ou experts naquele seu ambiente e interagem diretamente com os seus seguidores.

4. Vídeo

 Também já vos falámos disto: o vídeo está a constituir-se como uma das maiores fontes de entretenimento nas redes sociais. Não só é ótimo para interagir com a audiência, como pode otimizar o reach e ajudar a propagar a tua mensagem melhor.

 Um terço do tempo passado nas redes sociais é a ver vídeos. Seja em qual for (sim, até no LinkedIn). É uma das maiores tendências deste ano, e será, com certeza, no próximo ano também.

5. User Generated Content

Isto é uma win-win situation quer para as marcas, quer para os seguidores. Para as primeiras, é praticamente de borla (sempre com o consentimento do utilizador, óbvio!). Já para os segundos, é uma oportunidade de ser destacado na página de que gostam e notado pelos outros seguidores – o que, por sua vez, vai encorajar mais submissões e gerar não só conteúdo como brand-awareness.

Mas… nós também já vos falámos disto.

6. Mensagens Directas

 A tendência tem vindo a caminhar para uma abordagem mais privada e mais focada nas mensagens diretas. Desde influenciadores a marcas, a frase “slide into my DM’s” faz mais sentido do que nunca, já que são uma poderosa ferramenta para te aproximar dos seguidores, tornando-os mais especiais e apreciados, pois garante-lhes uma maior atenção e dedicação.

7. Chatbots

 São fáceis de utilizar, poupam tempo aos clientes, têm personalidade… enfim, os benefícios são tantos. Não foi imediato, tiveram que tomar o seu tempo para acompanhar – já que foi preciso melhorar as falhas que insistiam em deixá-los para trás – e para estar além das expectativas.

Mas, finalmente, lá conseguiram o seu lugar de destaque e são agora um poderoso aliado para os gestores de redes. Podem ler mais sobre o que vos falámos sobre isto, aqui.

8. Conteúdo Efémero

É exatamente aquilo em que estão a pensar: snaps, stories, whatever. Começou com o Snapchat, e foi-se estendendo às outras redes. Mas porquê? Ora… pelo sentimento de exclusividade e de espontaneidade que têm. Duram apenas um dia, ou umas horas, e depois… puff!, desapareceu. Na verdade, são o tipo de conteúdo que, de momento, mais domina, e achamos que 2019 vai girar em torno disto.

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