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De que forma as Facebook Reactions impactam o News Feed?

Gestão de redes sociais | 14 Junho 2017 | Miguel Menaia

Ao fim de um ano de existência, as Facebook Reactions já foram utilizadas cerca de 300 mil milhões de vezes na rede social, de acordo com a publicação Tech Times. Em média, todos os utilizadores do Facebook, diariamente, reagem aos posts 800 milhões de vezes com estes botões, que já entraram no quotidiano de quem utiliza a plataforma.

Neste artigo, analisaremos a fundo esta funcionalidade, partilhando tudo o que sabemos sobre as Facebook Reactions. Não só iremos perceber como é que estas 6 reacções impactam o News Feed, como também nos debruçaremos sobre aquilo que as marcas estão a fazer relativamente a este assunto.

Como funcionam as Reactions?

Compostas por seis emojis, as Facebook Reactions expressam diversas emoções, sendo elas: Love (Adoro), Haha (Riso), Wow (Surpresa), Sad (Tristeza), Angry (Ira), e o já clássico Like (Gosto). No fundo, estas reacções funcionam da mesma maneira que o Like original, aparecendo sempre em cada post. Para escolher a Reaction certa, o utilizador terá que premir o botão de Like durante um segundo, sendo que depois disso aparecerão no post os emojis supramencionados.

E apesar de muitas pessoas ansiarem pelo botão “Não Gosto”, o certo é que a rede social quis optar por outra estratégia que não essa. Até porque, sejamos sinceros: alguns acontecimentos (como mortes, mudanças de emprego etc.) não se coadunam com um simples “Like”, pelo que Mark Zuckerberg necessitou de alargar o espectro binário de Like-Dislike.

“A dictomia Gosto/Não Gosto não iria reflectir os diversos acontecimentos que encontramos diariamente nas nossas vidas”, explica Geoff Teehan (Director de Design de Produto do Facebook) no Medium.

O sucesso das Reactions está relacionado com o seu design

Esta funcionalidade só resultou na plataforma devido a dois príncipios-chave que fizeram com que a feature fosse vista como uma evolução natural. A saber:

  1. Carácter universal (uma vez que todos utilizadores, em todos os pontos do mundo, conseguem entender as reacções);
  2. Expressividade (pois mostram um leque abrangente de estados de espírito ou sentimento em relação às publicações).

 

 

Dois exemplos que espelham a receptividade das Reactions

Sendo Junho o mês em que se celebra o Orgulho LGBTQ, a rede social de Mark Zuckerberg lançou um novo botão relacionado com a comunidade gay, lésbica, bisexual e transgénero.

A reaction “Pride” estará disponível apenas durante o mês de Junho e qualquer utilizador poderá usufruir do botão, desde que faça like nesta página LGBTQ@Facebook.

A concepção desta Reaction surge depois de, no Instagram – rede social que está sobre a chancela do Facebook – os utilizadores terem acesso a stickers e filtros alusivos à comemoração do Orgulho LGBTQ.

Já em Maio, também o Facebook lançou outro botão em homenagem ao Dia da Mãe. Uma flor lilás, símbolo da gratidão, ocupou o News Feed dos utilizadores durante alguns dias – algo que foi, aliás, bastante bem visto pela comunidade.

Como é que as Reactions impactam o Feed?

Após muita especulação, o Facebook finalmente confirmou que o uso das Reactions influenciam o News Feed de um utilizador. Parece que o algoritmo do Facebook coloca mais peso em determinadas Reactions.

Em declarações ao Mashable, responsáveis da rede social salientam que “se as pessoas deixam uma Reaction num post, é um sinal ainda mais forte de que essas pessoas gostariam de ver esse tipo de conteúdo. Então, estamos constantemente a actualizar o News Feed para pesar as Reactions um pouco mais do que Likes”.

 

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