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A importância do Facebook Creator para os influencers

Comunicação Digital | 24 Novembro 2017 | Miguel Menaia

Facebook Creator é a mais recente plataforma do Facebook para os criadores de conteúdo, especialmente para todos aqueles que produzem vídeo com regularidade. A plataforma posiciona-se como concorrente do YouTube, e nela podemos gerir postsresponder às mensagens do Messenger e aos comentários no Instagram, e ver as últimas estatísticas.

Esta aplicação, que para já se encontra disponível apenas para dispositivos iOS, pretende ajudar todos os criadores a gerir melhor as suas séries e episódios no Watch, o serviço de streaming lançado este Verão pela empresa de Mark Zuckerberg. É de salientar que a app funciona tanto para páginas como para perfis pessoais da rede social.

Entre as funcionalidade existentes, destacamos aquelas que consideramos essenciais:

  1. Novas ferramentas que permitem ao utilizador adicionar introduções costumizadas e stickers aos seus vídeos live;
  2. Uma caixa de entrada unificada com os comentários do Instagram e Facebook, bem como as mensagens privadas do Messenger (algo que o Facebook está a apresentar desde Fevereiro nas páginas);
  3. Insights que se afiguram relevantes dentro da app, o que vai dar aos criadores de conteúdo mais dados relativos ao engagement e dados demográficos (e que por consequência irá melhorar a optimização da página).

Adicionalmente, o Facebook está a desenvolver, também, o website Facebook For Creators, que servirá como um “hub” online com dicas para criar e editar vídeos. Para além disso, esta página também providencia uma lista de exemplos para inspirar este tipo de influencers.

O que significa isto para o marketing?

Como podemos concluir, estas são boas notícias para todos os criadores de conteúdo audiovisual (e para as marcas com quem trabalham), na medida em que passarão a ter mais uma plataforma para publicar, de forma profissional, os seus conteúdos. Muitos deles poderão, inclusive, migrar definitivamente para o Facebook, investindo na rede social e deixando o YouTube (que, no último ano, foi alvo de bastantes críticas em relação ao seu algoritmo e à monetização de conteúdos).

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